Como o turismo hospitalar deve alavancar venda de imóveis residenciais e comerciais em Goiânia

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Investimentos e Mercado Imobiliário

Segundo especialistas, capital goiana deve receber além de muitos pacientes para tratamentos, executivos de grandes redes, o que provocará a movimentação do mercado. A cidade de Goiânia tem uma localização estratégica na região central do País, o que possibilita o fácil deslocamento de pessoas e produtos para todo o Brasil. Além da proximidade com Brasília, que criou um eixo econômico forte entre as duas cidades. Em razão disso, a Capital tem atraído grandes redes de saúde como o Hospital Israelita Albert Einstein, que abriu sua única unidade fora de São Paulo, bem como Grupo Kora, Rede D’or, Mater Dei, Grupo Santa e Hospital Care que já visam operações na cidade. De acordo com o especialista em mercado imobiliário e diretor da URBS Imobiliária, Ricardo Teixeira, a chegada desses novos empreendimentos provoca a movimentação do mercado de forma geral, mas principalmente, do imobiliário, já que, com as empresas, chegam diversos executivos, cuja demanda de moradia e investimento deve ser atendida, e no alto padrão. “Goiânia está entrando em uma rota hospitalar de alto nível, e a partir da chegada dessas grandes redes hospitalares, vem também um tipo de fomento à economia muito característica do mercado executivo. O aumento de renda das pessoas, aliado à pouca oferta ou escassez de imóveis para atender essas empresas, pode gerar uma  valorização do metro quadrado na capital, por exemplo”, pontua Teixeira. Ele lembra também que Goiânia é uma das poucas capitais em que 50% dos imóveis estão concentrados no mercado de alto padrão, o topo da pirâmide, com a maior oferta do mercado imobiliário. “Até 2040, as premissas que sustentam o mercado imobiliário, como o bônus demográfico, serão espontâneas. Goiânia já recebe muita gente de fora e com a chegada de novas redes, a cidade receberá um novo profissional a cada dia. O turismo hospitalar vai antecipar a formação de novos bairros, acredito que teremos um grande input com esse segmento. A demanda não para de crescer, tudo isso é oportunidade”, completa. Ainda segundo o especialista em mercado imobiliário, as redes provocam a valorização dos imóveis comerciais, que há pouco tempo, estavam em um período desfavorável.
“É impressionante porque essa movimentação também aumentará a procura por um produto que até dois anos atrás estava como o patinho feio: as salas comerciais, laje comercial, meia laje comercial. Isso é cíclico, mas no imóvel, você nunca erra. Em alguns momentos, os valores estavam em cerca de R$ 3,8 mil o metro quadrado, agora já está em R$ 9 mil, vendendo de forma fácil, com o acompanhamento das revendas. Isso tende a crescer ainda mais”, ressaltou.
O médico e analista do mercado financeiro, certificado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Ibrahim Facuri, reforça a ideia de expansão, atratividade e crescimento da capital goiana a partir do turismo hospitalar e da chegada dessas novas redes na região central do país.
“Goiânia faz parte de uma região central e esses grandes grupos gostam de fazer construções em cinturões. Por exemplo, se o grupo compra um hospital em Alagoas e outro no Rio Grande do Sul é muito difícil conseguir gerir essas unidades com a mesma equipe, de forma integrada. Então eles vão fazendo expansões mais próximas e se instalam no centro do país. Com isso, eles conseguem ir para qualquer lugar a partir dali. Goiânia também tem outro atrativo que é a falta de grupo dominante, ou seja, mercado aberto para a competitividade”, diz Facuri.
De acordo com o médico, a valorização proporcionada por essa migração a Goiânia, influencia a cidade de forma ampla, potencializando resultados em diversas áreas. “Goiânia tinha uma saúde ruim. Antes falávamos que o melhor hospital de Goiânia era o aeroporto Santa Genoveva, que você pegava o avião e ia para São Paulo. Mas agora a situação está mudando e há essa valorização. Isso vai atrair pessoas do entorno do Distrito Federal e do interior do estado. Normalmente, durante o tratamento médico-hospitalar, essas pessoas precisam ficar temporadas ou até morar na cidade. Essa movimentação também traz grupos executivos, milhares de colaboradores que chegam para esse tipo de mercado [redes hospitalares] e podem surgir vários outros negócios em paralelo a isso tudo”, destaca Ibrahim Facuri. Entrevista para a maior imobiliária de Goiás – URBS Imobiliária Conheça a CRG [Construção de Riqueza Guiada], a completa carteira de investimentos da AF Business School. Tudo o que você precisa sobre investimentos (ações, FII´s, internacionais, renda fixa, criptoativos, etc.), em um só lugar. Para quem não tem tempo sobrando: Clique aqui!

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