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Notícias – Resumo Semanal

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Brasil 1 (Política e Mercado)

Economia brasileira cresce 0,6% em fevereiro, aponta prévia da FGV

A atividade econômica brasileira avançou 0,6% em fevereiro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (20) pelo Monitor da FGV (Fundação Getulio Vargas), indicador considerado uma prévia do PIB. Em termos monetários, estima-se que o acumulado do PIB no primeiro bimestre de 2022 tenha sido de R$ 1,332 trilhão.

Na análise trimestral, Monitor do PIB (Produto Interno Bruto) — soma de todos os bens e serviços produzidos no país — apresenta alta de 1,1%, na comparação com os três meses finalizados em novembro. Já em termos anuais, o crescimento da economia nacional é de 1,2%. Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, explica que o crescimento da economia brasileira segue impulsionado pelo desempenho do setor de serviços. “Esse setor segue com variação interanual acima da observada na agropecuária e na indústria, em praticamente todos os meses, desde meados do ano passado”, afirma ela.

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Pacote no Congresso eleva gastos em R$ 25,5 bi e pressiona teto

Uma bomba fiscal de aproximadamente R$ 25,5 bilhões pode ser acionada neste ano com projetos aprovados no Congresso Nacional ou que estão em estágio avançado de discussão nos bastidores, conforme cálculo do economista Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper, repassado ao Estadão.

O custo tem impacto no teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas do governo à inflação e que foi alterada no ano passado para ampliar os gastos de interesse eleitoral. O limite atual, mesmo já ampliado, não é suficiente para comportar as medidas aprovadas pelos parlamentares.

O presidente Jair Bolsonaro tem vetado algumas medidas com impacto fiscal, alegando falta de compensação e conflito com interesses do Executivo, mas há ameaça de que os vetos sejam derrubados no Congresso. Para o economista Marcos Mendes, um dos criadores do teto, a situação aumenta a pressão por uma nova flexibilização do limite fiscal este ano.

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Após adiamento no TCU, ministro diz que privatização da Eletrobras deve ficar para junho ou julho

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou nesta sexta-feira (22) que a tendência é que a privatização da Eletrobras aconteça em junho ou julho deste ano, após o adiamento no Tribunal de Contas da União (TCU).

O TCU adiou por 20 dias o julgamento da segunda e última etapa do processo da Eletrobras, estatal que atua nas áreas de geração e transmissão de energia. O governo aguardava o aval definitivo do tribunal neste mês de abril, a fim de viabilizar a privatização até 13 de maio, data-limite considerada ideal pelo governo federal.

Com o adiamento, o ministro Bento Albuquerque confirmou que o cronograma do governo precisará ser revisto. Ele disse que espera que o tribunal dê o aval no dia 11 de maio, quando o processo deve retornar à pauta. “A decisão do processo [no TCU] de entrar na pauta em até 20 dias vai obrigar ajuste no cronograma para oferta de ações. Vamos aguardar o dia 11 de maio, que parece ser a data que vai ocorrer a apreciação”, afirmou a jornalistas nesta sexta.

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Mundo (Política e Mercado)

Sem estímulos econômicos, endividamento privado deve frear o crescimento global, diz FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) constatou que haverá uma desaceleração da economia global nos próximos anos por conta do endividamento recorde de empresas e da população depois do impacto da crise causada pela pandemia do coronavírus.

Ao projetar a média para os próximos três anos, o fundo afirma que países de economia desenvolvida podem perder 0,9% do produto, enquanto economias emergentes devem desacelerar ainda mais, com média de 1,3%.

As conclusões estão no capítulo especial do World Economic Outlook (WEO), relatório de acompanhamento econômico global, publicado nesta segunda-feira (18). Os analistas do FMI lembram que governos federais e bancos centrais ao redor do mundo conseguiram diminuir a “dor econômica” da pandemia ao injetar liquidez na economia, com auxílios para o consumidor e garantias de crédito para empresas, além de moratórias para o pagamento de juros.

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Inflação acelerada aproxima Argentina da Venezuela

A inflação argentina de março foi a maior dos últimos vinte anos, alimentando expectativas de que o índice poderia chegar a 60% ou ficar até acima de 70% anualmente. O resultado de março (6,7%) contribuiu para acelerar as comparações com a Venezuela, até então líder absoluta e com ampla margem nos rankings de inflação na América Latina.

Um dia depois que o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) divulgou a inflação oficial, a diretora de Estratégias do Fundo Monetário Internacional (FMI), Ceyla Pazarbasioglu, disse, na quinta-feira (14/4), que “a inflação precisa ser domesticada” porque ela “paralisa” a economia e afeta os mais pobres… Em janeiro, a inflação argentina foi de 3,9%, em fevereiro, de 4,7% e em março de 6,7%, de acordo com dados oficiais. Nos três primeiros meses deste ano, o índice chegou a 16,1%.

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Alemanha quer zerar importação de petróleo russo até o fim do ano

A Alemanha deixará de importar petróleo da Rússia até o final do ano, disse nesta quarta-feira (20) a ministra alemã do Exterior, Annalena Baerbock, após uma reunião com ministros dos países bálticos, em Riga, na Letônia.

“Vamos reduzir pela metade o petróleo até o verão e estaremos em zero até o final do ano. Então será a vez do gás, em um roteiro conjunto europeu, porque nossa saída conjunta, a saída completa da União Europeia, é nossa força comum”, disse Baerbock, em referência ao fim das importações de combustíveis da Rússia pelo bloco europeu.

Baerbock reconheceu erros cometidos pela Alemanha no passado ao lidar com o fornecimento de energia da Rússia. “O que precisamos fazer mais do que nunca é acabar com nossas importações de energia da Rússia de uma vez por todas”, disse. “Cometemos erros nessa área, mas não podemos voltar no tempo agora, não podemos desfazê-los.”

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Economia & Finanças

Maior fundo de pensão dos EUA quer Buffett fora da presidência do conselho da Berkshire

O Calpers, fundo de pensão dos funcionários públicos da Califórnia com US$ 470 bilhões sob gestão, quer Warren Buffett fora da presidência do conselho da Berkshire Hathaway. 

O maior fundo de pensão dos Estados Unidos vai dar apoio a uma proposta apresentada pelo think-tank National Legal and Policy Center, que pede que as funções de chairman e CEO sejam separadas. Buffett acumula os papéis há nada menos que 52 anos – o que é não é considerado uma boa prática de governança.

O conselho da Berkshire já se posicionou dizendo que se opõe à medida e que, quando Buffett – que tem 91 anos – falecer, o chairman será um membro do conselho que não faz parte da gestão. 

A separação dos cargos de chairman e CEO é vista como uma forma de evitar abusos e garantir que o conselho tenha mais controle sobre as decisões do executivo principal. 

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Powell sinaliza alta dos juros nos EUA; Campos Neto faz o mesmo no Brasil

As bolsas mundiais operam no vermelho nesta sexta (22), volta de feriado no Brasil. Investidores repercutem a fala do presidente do Fed, Jerome Powell, que sinalizou alta de 0,5 ponto percentual nos juros dos EUA no próximo encontro, em maio.

Para Powell, é “absolutamente essencial” controlar a inflação nos EUA. Por aqui, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, reiterou a intenção de aumento de 1 p.p. na taxa Selic, após a reunião do Copom, nos dias 3 e 4 de maio, elevando a taxa de juros básica do Brasil para 12,7%. Com o Ibovespa fechado pelo feriado nacional, investidores movimentaram os recibos de ações brasileiras (ADRs) em NY. Por lá, o índice EWZ caiu 2,63% ontem.

Com isso, é esperado o ajuste dos valores na B3 nesta sexta. Lá fora, a sinalização do aperto monetário pelo Fed caiu mal e o dia fechou com forte recuo dos índices: o Dow Jones recuou 1,05%, o S&P 500 caiu 1,48% e o Nasdaq perdeu 2,07%.

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Dedo no pulso do mercado – Cenário Econômico Semanal

Todas as segundas, realizamos uma live comentando as principais notícias que podem impactar a semana.

A live “Dedo no pulso” da guerra e do mercado é uma análise semanal de cenário econômico, atualizando os principais pontos serem monitorados e analisados por qualquer investidor. Lógico, sempre colocamos daquele jeito AF: de forma prática, direto ao ponto e saindo do óbvio que a manada repete.

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